levva.
Engenharia15/04/2026 · 6 min

Como construímos a levva. edge-first, sem servidores.

Cloudflare Workers, D1, Durable Objects e R2. Porque é que um super-app com quatro mercados fica mais rápido se viver todo na rede global.

A
Ana Pires
Engenharia — plataforma

A regra que nos impusemos desde o início foi simples: zero servidores de origem. Nenhuma VM. Nenhum servidor Kubernetes. Tudo à beira da rede, perto do utilizador.

A stack

Porquê escolher edge em vez de origem tradicional

Num super-app, a latência é perceção de qualidade. 200ms em Lisboa, 900ms em Praia, 1.4s em Luanda faz a diferença entre "rápido" e "lento". Ao escrever tudo em Workers, cada chamada resolve-se na cidade do utilizador — sem saltos a Londres.

Num próximo post: porque escolhemos Drizzle em vez de Prisma, e como orquestramos migrações multi-database entre três D1s.