Como construímos a levva. edge-first, sem servidores.
Cloudflare Workers, D1, Durable Objects e R2. Porque é que um super-app com quatro mercados fica mais rápido se viver todo na rede global.
A regra que nos impusemos desde o início foi simples: zero servidores de origem. Nenhuma VM. Nenhum servidor Kubernetes. Tudo à beira da rede, perto do utilizador.
A stack
- Cloudflare Workers + Hono para toda a API
- D1 com Drizzle ORM — SQLite na jurisdição EU
- Durable Objects para sessões de viagem, pedidos e chat
- R2 para imagens e tiles de mapa
- KV para cache e sessões
- Expo + React Native nas apps móveis
Porquê escolher edge em vez de origem tradicional
Num super-app, a latência é perceção de qualidade. 200ms em Lisboa, 900ms em Praia, 1.4s em Luanda faz a diferença entre "rápido" e "lento". Ao escrever tudo em Workers, cada chamada resolve-se na cidade do utilizador — sem saltos a Londres.
Num próximo post: porque escolhemos Drizzle em vez de Prisma, e como orquestramos migrações multi-database entre três D1s.
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A levva. lança em Portugal.
Começamos pelo mercado que melhor conhecemos. Porquê Portugal primeiro — e o que vem a seguir para Cabo Verde, Brasil e Angola.
Ler →Quanto podes ganhar como captain da levva.
Desmontamos os números — hora-tipo, picos, bónus, dedução de despesas — para condutores e estafetas em Lisboa, Porto e Praia.
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